Comunicação com clientes

Mandaram o orçamento. E depois?

Na maior parte das PME, a resposta é: nada. O orçamento sai, fica à espera, e ao fim de duas semanas ninguém se lembra de quem ficou por responder. Não se perde o negócio por o preço estar errado. Perde-se por silêncio.


O que se passa hoje

O pedido entra por email, pelo site ou pelo telefone. Alguém faz o orçamento. Alguém envia. E a partir daí o seguimento depende de uma pessoa se lembrar, no meio de tudo o resto. Quando essa pessoa tem uma semana cheia, o seguimento é a primeira coisa que cai.

Não é falta de cuidado. É um processo que foi desenhado quando a empresa era metade do tamanho.


O que construímos

Um sistema que trata do seguimento sozinho, ligado à forma como já trabalham:

  • Cada orçamento que sai fica registado, com data e responsável
  • Ao fim de X dias sem resposta, sai um lembrete escrito em português de gente
  • Quem responde sai da lista; quem não responde volta a aparecer
  • Vocês veem, num sítio só, o que está em aberto e há quanto tempo

Continua a parecer que foi uma pessoa a escrever. Porque foi — o texto é vosso, escrito uma vez.


Sem mudar a vossa forma de trabalhar

Não trocamos o vosso sistema por outro. Ligamo-nos ao que já lá está: o email, a folha de cálculo, o programa de faturação, o que for. Vemos como trabalham hoje antes de escrever uma linha de código.


Prazo e preço

Duas a quatro semanas até estar a funcionar.

O orçamento é à medida e fica fechado por escrito depois da conversa — nunca «sob consulta». Numa primeira chamada de vinte minutos percebemos se é trabalho para nós, e dizemos logo.


Já vimos isto antes

A Farol tinha o mesmo problema do lado dos pedidos de contacto: quem procurava fora de horas não tinha resposta, e o que chegava eram números soltos, sem contexto. O sistema que construímos regista e qualifica cada contacto assim que ele acontece — a equipa deixa de perder quem aparece fora de horas.


«Já me prometeram isto uma vez e ficou a meio»

É a objeção que ouvimos em quase todas as conversas, e é justa. Por isso o trabalho começa pequeno: uma coisa que se prova em semanas, não um projeto de seis meses que ninguém vê a funcionar até ao fim.

Contem-nos como saem os orçamentos hoje.

Em vinte minutos dizemos se há trabalho para fazer.

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