O problema
Um operador de frota TVDE tem carros, motoristas ao serviço, e uma semana para fechar. Todas as semanas.
Descarrega os relatórios da Uber e da Bolt, abre uma folha de cálculo, copia linha a linha, subtrai a taxa de serviço e as despesas, e chega ao que cada motorista recebe. Se falhar uma sexta-feira, arrasta para a seguinte. Um número mal copiado é um motorista mal pago, e um motorista mal pago é uma conversa difícil.
Ao lado disso, coisas que ninguém tem tempo de vigiar: a carta que caduca, o seguro que expira, a inspeção. Descobre-se no dia da fiscalização.
O que foi construído
Uma plataforma multi-operador em três frentes, sobre a mesma base de dados.
- 1 · Operador — Android, iOS e web. Carrega-se o ficheiro que a Uber e a Bolt exportam, e a semana fecha-se: a taxa de serviço e as despesas saem do bruto, motorista a motorista. Ao lado, a estatística da frota — preço por quilómetro, por minuto, que horas rendem —, os documentos com prazo à vista num sítio só, e a equipa, cada pessoa com o acesso que lhe toca e não mais.
- 2 · Motorista — Android e iOS. Entra por um código de adesão que o operador lhe dá; não se regista sozinho, e nunca paga nada — o custo é sempre do operador. Vê a sua própria semana, do bruto ao que lhe fica na mão, e acrescenta o que é dele e não passa pelo operador: um carregamento elétrico, uma viagem particular.
- 3 · Administração — web. Registo e aprovação de operadores, período experimental, planos, monitorização da plataforma.
Mais o site do produto, que faz uma coisa rara no software para empresas: diz o preço. A tabela inteira, por escalão de motoristas ativos, a partir de dez euros por mês. Sem «sob consulta».
E diz também onde é que não vai. Está escrito no próprio site: «não emitimos documentos fiscais nem substituímos a contabilidade — reunimos os valores do período para quem os tiver de emitir». Uma fronteira dita à partida vale mais do que uma promessa que rebenta no primeiro fecho de trimestre.
O que mudou
O fecho semanal passa de reconciliação manual a cálculo. A tarde de sexta-feira volta para quem a estava a perder — cinquenta e duas vezes por ano.
Os documentos deixam de ser uma lotaria: as validades ficam à vista antes de caducarem, não no dia da fiscalização.
E o motorista deixa de ter de acreditar na conta que lhe apresentam: vê a mesma semana, do lado dele.
Trabalho do tipo aplicações à medida. Querem o mesmo para a vossa frota? Marquem uma conversa.