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A carteira de clientes do motorista, numa app.


O problema

Um motorista privado com carteira própria — transferes, turismo, serviço executivo — não precisa de quem lhe arranje clientes. Já os tem. O que ele tem é a carteira toda dentro do telemóvel: o cliente tem o número dele e mais nada.

Muda de telemóvel, muda de número, perde o aparelho — e a carteira vai atrás. Entretanto as marcações fazem-se à mão, por mensagem, e o que combinou com cada cliente vive de memória.

O que foi construído

Uma plataforma fechada, por convite, com quatro frentes sobre a mesma base de dados:

  • App do motorista — a carteira de clientes, os preços que ele define cliente a cliente, e a execução do serviço. É a app principal.
  • App do passageiro — onde o cliente marca a viagem ao seu motorista. Entra por um código pessoal ou QR que o motorista lhe dá; não se regista sozinho.
  • Página de adesão — liga um cliente novo a um motorista a partir do código.
  • Painel de administração — gestão da plataforma.

Mais o site público, em português, que é onde o motorista percebe o modelo e transfere a app.

Do lado do que não se vê: localização em tempo real durante a viagem, notificações, verificação de identidade e de carta antes de o motorista começar a trabalhar, e um cabeçalho de segurança (CSP) que restringe o que o site pode carregar. Medição ligada de ponta a ponta — Analytics, Search Console e conversão no momento em que o motorista escolhe o plano.

O que mudou

O motorista deixa de negociar por mensagem e de decorar condições. O preço certo, para aquele cliente, está no sistema.

E a carteira deixa de depender do número de telefone. É a promessa do produto, e é a única: os clientes ficam ligados a ele, não ao número dele.

A app do passageiro só serve a quem já foi convidado por um motorista — está listada por transparência, não como porta de entrada.

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